Como o Comportamento do Consumidor Mudou de 2024 para 2026 

Descubra como o comportamento do consumidor mudou de 2024 para 2025 e o que isso exige das marcas em comunicação e oferta.

O comportamento do consumidor é um fenômeno dinâmico, influenciado por uma série de fatores, desde avanços tecnológicos até mudanças sociais. Nos últimos anos, essa evolução se intensificou, especialmente entre 2024 e 2026.  

As marcas que desejam se manter relevantes e competitivas precisam entender essas transformações. Vamos explorar as mudanças significativas no comportamento do consumidor e o que isso significa para empresas e profissionais de marketing. 

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A influência das tecnologias emergentes  

Com o avanço das tecnologias de inteligência artificial e realidade aumentada, muitos consumidores começaram a adotar uma mentalidade mais digital. Em 2024, já víamos um aumento na utilização de assistentes virtuais e chatbots para a interação com marcas.  

Em 2026, essa tendência é acentuada com a personalização dos serviços e produtos sendo uma expectativa padrão. Os consumidores estão mais exigentes, e a conveniência se tornou uma prioridade. Eles buscam experiências de compra que sejam rápidas e personalizadas.  

Isso significa que as empresas que não investirem em tecnologia para coletar e analisar dados de clientes poderão ficar para trás, pois a experiência do usuário está agora no centro da jornada de compra. 

O papel das redes sociais e do marketing de influência  

As redes sociais continuaram a desempenhar um papel crucial nas decisões de compra dos consumidores entre 2024 e 2026. O que mudou, no entanto, foi a forma como os consumidores interagem com essas plataformas.  

Em 2026 observa-se uma tendência crescente por conteúdo autêntico e transparente. Os consumidores estão se distanciando de publicidades excessivamente polidas e procurando por influenciadores que compartilhem experiências reais. 

Além disso, a confiança dos consumidores em influenciadores cresceu, mas apenas aqueles que demonstram autenticidade. Marcas que souberem colaborar com influenciadores que têm uma conexão genuína com o público tendem a vencer nessa nova era do marketing digital.  

Sustentabilidade e compra consciente  

O interesse por marcas que se comprometem com práticas sustentáveis e responsabilidade social aumentou, e agora é considerado um critério fundamental nas decisões de compra. Os consumidores estão dispostos a pagar mais por produtos que são ecologicamente corretos ou que contribuem para causas sociais.  

Essa mudança é uma transformação na forma como os consumidores se relacionam com as marcas. As empresas que priorizam a sustentabilidade em suas operações tendem a fidelizar clientes e a atrair novos, que estão cada vez mais preocupados com o impacto de suas escolhas de consumo. 

A história da personalização  

Enquanto em 2024 as marcas começaram a explorar esse conceito, em 2026, a personalização deixou de ser um diferencial e se tornou uma necessidade. Os consumidores agora esperam que as marcas conheçam suas preferências e ofereçam recomendações personalizadas.  

Com o acesso facilitado a dados de consumidores, diversas empresas adotaram estratégias de marketing personalizadas, utilizando algoritmos para analisar o comportamento de compras e sugerir produtos.   

O crescimento do e-commerce  

De 2024 pra cá, o e-commerce se consolidou como a principal plataforma de compras para muitos consumidores. A pandemia de COVID-19 acelerou essa mudança, mas a adoção do e-commerce, que já estava em crescimento, se intensificou.  

Em 2026, a maioria dos consumidores não só faz compras online, mas espera uma experiência de compras tão boa quanto a de lojas físicas, caso não melhor. Os consumidores estão cada vez mais confortáveis com compras via dispositivos móveis e esperam que as marcas ofereçam um site responsivo e uma navegação intuitiva.  

Além disso, o atendimento ao cliente tornou-se um aspecto crucial em qualquer estratégia de vendas online. Feedbacks positivos sobre a experiência de compra se espalham rapidamente, e um único erro pode ter consequências significativas. 

A importância da saúde mental e bem-estar  

O foco na saúde mental e no bem-estar também se destacou entre os novos comportamentos consumidores em 2026. A pandemia fez com que muitos refletissem sobre sua saúde emocional, e esse novo paradigma influencia suas decisões de compra.  

Produtos que promovem relaxamento e autocuidado têm visto um aumento de vendas, refletindo uma mudança nas prioridades de consumo. Além disso, os consumidores estão cada vez mais propensos a buscar marcas que alinhem seus valores de bem-estar à sua oferta.   

  1. A rejeição ao excesso como manifestação de autocuidado 

O movimento em direção ao bem-estar também se expressa pela rejeição ao excesso, de estímulos, informações e opções. Consumidores conscientes tendem a valorizar marcas que adotam uma postura mais contida, clara e honesta.  

Essa mudança redefine o consumo não como acúmulo, mas como escolha intencional. Produtos e serviços que se apresentam como soluções equilibradas, e não como promessas milagrosas, ganham mais credibilidade e aderência emocional.  

Marcas que utilizam embalagem blister de forma funcional e transparente, sem excessos visuais ou promessas exageradas, reforçam a percepção de praticidade e honestidade, alinhando-se às expectativas de consumidores que valorizam clareza e equilíbrio. 

  1. Saúde mental como valor de marca, não apenas atributo de produto 

O bem-estar deixou de ser uma característica funcional para se tornar um valor simbólico. Marcas que integram saúde mental à sua cultura organizacional, comunicação e relacionamento com o cliente constroem conexões mais profundas. 

Não se trata apenas de vender produtos de autocuidado, mas de demonstrar coerência entre discurso e prática, seja na forma de atendimento, no tom das mensagens ou nas políticas internas.  

Uma marca que utiliza totem interativo touch screen em seus pontos de atendimento para orientar o cliente de forma intuitiva e sem pressão comercial reforça, na prática, seu compromisso com experiências mais humanas e alinhadas ao bem-estar. 

Nova literatura de preço e qualidade  

Os consumidores estão mais calmos em relação ao preço, concentrando-se na qualidade e na durabilidade dos produtos. A percepção de que "o barato sai caro" se fortaleceu, e muitos consumidores preferem investir em produtos que ofereçam valor a longo prazo.  

Essa visão criou um espaço para marcas que se posicionam como premium, capazes de justificar seus preços através de qualidade superior e inovação. A narrativa em torno da proposta de valor se tornou importante, já que os consumidores buscam entender por que estão pagando mais por um produto.  

  1. Qualidade percebida como narrativa, não apenas atributo técnico 

A qualidade deixou de ser interpretada apenas por características funcionais e passou a ser construída discursivamente. Materiais, processos, design, inovação e propósito precisam ser traduzidos em narrativas compreensíveis e relevantes. 

Marcas que conseguem explicar o “porquê” por trás do preço elevam a percepção de valor e criam conexões mais profundas com consumidores que desejam entender o impacto de suas escolhas.  

Uma empresa que investe em arco inflável personalizado pode comunicar não apenas o custo do produto, mas o valor agregado em termos de visibilidade, durabilidade e experiência de marca, ajudando o cliente a compreender claramente os benefícios envolvidos na escolha. 

  1. O declínio do consumo compensatório 

O consumo motivado por preço baixo como forma de compensação emocional perde força diante de um consumidor mais maduro. A frustração associada a produtos descartáveis ou de baixa performance gera uma rejeição progressiva ao barato imediato.  

Em seu lugar, emerge uma lógica de consumo orientada à durabilidade e à eficiência, como ocorre na escolha de uma esteira porta cabos, que prioriza organização, segurança e longevidade em vez de soluções improvisadas e temporárias. 

Conclusão  

As tecnologias emergentes, a influência das redes sociais, a ênfase na sustentabilidade, a necessidade de personalização e a crescente preocupação com saúde mental são apenas algumas das muitas facetas desse novo perfil de consumo.  

Para as marcas que desejam prosperar nesse novo cenário, é crucial estar atento a essas transformações e adaptar suas estratégias de marketing. Apenas assim elas poderão se conectar efetivamente com seus consumidores e atender às suas expectativas, que agora são mais exigentes do que nunca.  

Espero que o conteúdo sobre Como o Comportamento do Consumidor Mudou de 2024 para 2026  tenha sido de grande valia, separamos para você outros tão bom quanto na categoria Blog

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